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quarta-feira, setembro 28, 2011

CINEMÁTICA DO TRAUMA


colaboração docente : Alessandra N. Pontes

trauma

Cinemática do trauma
trauma

TRAUMATISMOS FECHADOS

TRAUMATISMOS FECHADOS
.Como no exemplo mostrado nesta figura, a
superfície do corpo é atingida por um bastão,
se deforma e depois volta ao normal.




.Não há penetração da pele pelo objeto.




.Nos traumatismos penetrantes o objeto que
colide com o corpo vence a elasticidade dos
tecidos e penetra no corpo.



Colisão veicular

Colisão veicular

Colisão veicular

Colisão veicular

Colisão Frontal
• O ocupante “do banco”
dianteiro direcionado para
baixo
• Joelho ou tíbia colidem com
o painel.
• Tórax se choca contra o
painel ou volante
• A cabeça continua até se
chocar contra o pára-brisa
e/ou volante, pode ocorrer
traumatismo da cabeça e
coluna cervical.



Colisão Frontal
• Ocupante do banco
dianteiro direcionado para
cima e para frente
• A cabeça atinge o pára-brisa
sem nenhuma dissipação
prévia de energia cinética.
• Existem grandes
probabilidades de
traumatismos da cabeça e de
coluna cervical.
• O impacto secundário é com
o tórax e abdome



CORRELAÇÃO ENTRE LESÕES E PARTES lNTERNAS DO VEÍCULO
.Colisão de órgãos:
golpe/contragolpe do cérebro,
lesão de partes moles (couro
cabeludo, face, pescoço),
hiperextensão da coluna
cervical.
.Tatuagem traumática da pele.
.O volante é capaz de produzir
lesões ocultas, devastadoras. A
deformidade do volante é uma
causa de preocupação




.Traumatismo de joelho, fêmur
e cintura pêlvica.



COLISÃO LATERAL
.Lesões de membro superior
e ombro do lado do impacto.




.Tórax / abdome: lesão direta
por desposicionamento da
porta no lado do impacto ou
pelo passageiro solto sendo
lançado através do assento.


•Pelve / pernas: ocupantes no lado do impacto são
propensos a apresentar fraturas de pelve, quadril
ou fêmur.



COLISÃO TRASEIRA e CAPOTAGEM
.Existe um grande potencial para lesões
de coluna cervical
.Efeito chicote
.O potencial de lesões é grande.
.As lesões são um misto dos padrões
anteriormente descritos



Padrões de Lesão
Adulto: geralmente tem fraturas
bilaterais baixas nas pernas ou
fraturas de joelho associadas a
lesões secundárias que
ocorrem quando o corpo atinge
o carro e depois o chão.

Crianças: são mais baixas e o pára-
choque tem maior chance de atingi-las
na pelve ou no tronco. Geralmente
caem sobre suas cabeças no impacto
secundário. Quando responder à
chamada para um atropelamento,
esteja preparado para fraturas, lesões
internas e da cabeça.


TRAUMATISMOS POR DESACELERAÇÃO VERTICAL
.Altura da queda.
.Área do corpo que sofre o impacto.
.Superfície atingida.
.Fraturas dos pés ou das pernas.
.Lesões de quadril e pelve.
.Compressão axial da coluna lombar e
cervical.
.Forças de desaceleração vertical para os
órgãos.
.Fraturas nos punhos.



FERIMENTOS PENETRANTES
.POR ARMA DE FOGO
.FERIMENTOS POR ARMA BRANCA
.LESÕES POR EXPLOSÃO
•Luz
•Som
•Calor
•Ondas de choque


SUSPEITAR DE TRAUMATISMO GRAVE NAS CONDIÇÕES ABAIXO:
.Queda de altura superior a 7 metros.
.Colisões a mais de 32 Km/h.
.Expulsão da vítima para fora do veículo.
.Morte de um ocupante do veículo.
.Danos severos ao veículo.

CARRO DE EMERGÊNCIA E INTRODUÇÃO DE PCR


colaboração Docente: Alessandra N. Pontes

CARRO DE EMERGÊNCIA

Um carro de emergência é um armário que
contém os equipamentos usados por médicos e
enfermeiros quando acontece uma parada
cardíaca. Esta é uma situação que exige
procedimentos de socorro imediatos.


.JUNTO AO CARRINHO:
.Tábua de compressão torácica
.Desfibrilador
.Monitor



.1ª GAVETA
.Medicamentos mais utilizados em situações de
emergências clínicas.


Para diluição:

.- ABD Ampola com 5ml;
.- ABD Ampola com 10ml;
.- Cloreto de sódio – ampola de 10ml a 20%.



.Aminofilina .Ação:
.Dilatação dos brônquios e dos vasos pulmonares,
através do relaxamento da
.musculatura lisa;
.Dilatação das artérias coronárias e aumento do
débito cardíaco e da diurese;
.Estímulo do centro respiratório.



.Atropina
.Ampola de 1 ml com 0,5mg.
.Ação:
.Parassimpaticolítico: aumenta a freqüência
Cardíaca;
.Broncodilatação;




OBS.:Administração intravenosa: Pode ser
feita sem diluir e em bólus rápido.
Administração endotraqueal: diluir para 3 a
5ml em soro fisiológico.


BICARBONATO DE SÓDIO


.Ampola de 10ml a 8,4%.
.Indicação:
.Acidose metabólica;
.Hipercalemia;
.Hipermagnesemia;
.Intoxicações por antidepressivos tricíclicos, cocaína ou
bloqueadores dos canais de cálcio.
.Na emergência: Diluir a ampola a 1:1 com ABD e administrar a
dose em, no mínimo, 2 minutos, direto na veia.
.Fora das emergências: Correr em 1-2 horas em bomba de infusão.
.Lavar o acesso venoso com 3 a 5ml de SF imediatamente antes e
imediatamente depois da administração em bólus. Acesso venoso
exclusivo.



CLORETO DE POTÁSSIO (KCL)


.Ampola de 10 ml a 10%.
.Indicação:
.Reposição e prevenção de deficiência.
.Deve ser diluído antes de administrar.



OUTROS MEDICAMENTOS UTLIZADOS
NO CARRO DE URGÊNCIA

.Diazepam
.Dopamina / Revivan
.Hidantal / Fenitoína sódica
.Amiodarona / Ancoron
.Fentanil
.Gardenal / Fenobarbital
.Furosemida / Lasix
.Prometazina / Fenergan
.Sulfato de magnésio
.Hidrocortisona / Solu-cortef
.Heparina / Liquemine
.Midazolan / Dormonid



OUTROS MEDICAMENTOS UTLIZADOS
NO CARRO DE URGÊNCIA

.Haldol / Haloperidol
.Adalat / Nifedipina
.Isordil
.Gluconato de cálcio
.Glicose hipertônica
.Cloridrato de lidocaína / Xylocaína



2ª GAVETA


.Agulhas 25 x 7
.Agulhas 40 x 12
.Jelco nº 20
.Jelco nº 18
.Jelco nº 22
.Cateteres Subclávia nº 16
.Equipo Macrogotas
.Equipo Microgotas
.Sonda Uretral nº 8
.Sonda Uretral nº 12
.Sonda Uretral nº 16
.Sonda Nasogástrica nº 12
.Sonda Nasogástrica nº 16



2ª GAVETA

.Lâmina de Bisturi
.Naylon 3,0 com agulha
.Scalp nº 19
.Scalp nº 21
.Scalp nº 23
.Seringa 1 ml
.Seringa 3 ml
.Seringa 5 ml
.Seringa 10 ml
.Seringa 20 ml
.Three Way
.Xilocaína Geléia



3ª GAVETA

.Bicarbonato de Sódio 5%
.Eletrodos
.Luvas Cirúrgicas nº 7,5
.Luvas Cirúrgicas nº 8,0
.Soro Glicosado 5% 250ml
.Soro Glicosado 5% 500ml
.Soro Fisiológico 0,9% 250ml
.Soro Fisiológico 0,9% 500ml
.Tubo nº 7,0
.Tubo nº 7,5
.Tubo nº 8,0
.Tubo nº 8,5
.Tubo nº 9,0



4ª GAVETA

.Ambu
.Cânula de Guedel
.Guia de tubo
.Lâmina para Laringo (Nº 2, 3 e 4)
.Laringoscópio
.Látex
.Máscara de Hudson
.Óculos Protetor
.Umidificador



fotos tia ana uti 011.jpg

CONFERÊNCIA DO CARRINHO DE
EMERGÊNCIA


A conferência do carrinho de
emergência será realizada pela
enfermeira sempre que for utilizado,
para ser lacrado;

A conferência deve contemplar estoque
mínimo, prazos de validade de todo o
material, bem como o funcionamento do
desfibrilador, laringoscópio,
ressuscitador manual e outros;

Todo o material quebrado, vencido ou
insuficiente deverá ser reposto;




CONFERÊNCIA DO CARRINHO
DE EMERGÊNCIA

A checagem do material deverá ser registrada,
datada e assinada em impresso próprio.

Após o uso da medicação, o material deverá ser
reposto mediante prescrição médica
devidamente checada pela enfermagem,
materiais com pedido da enfermeira. No caso de
psicotrópicos, faz-se necessário o uso de receita
branca;

A conferência do cardioversor deve ser
realizada diariamente pelo enfermeiro, e
registrado em impresso próprio;



DESFIBRILADOR

Este é um aparelho elétrico com dois eletrodos
que são colocados sobre o peito. Ele descarrega
eletricidade no coração quando é indicada uma
freqüência fatal. O objetivo é dar choques no coração
para que ele volte ao normal. As arritmias fatais
incluem :

Fibrilação ventricular (batimentos cardíacos
rápidos, descoordenados e não sincronizados)

Taquicardia ventricular (batimentos cardíacos
rápidos que impedem o coração de bombear
adequadamente).



OBS.: Também pode ser usado em freqüências
menos perigosas para fazer o coração voltar ao
ritmo normal;


fotos tia ana uti 012.jpg

EQUIPAMENTO DE INTUBAÇÃO
ENDOTRAQUEAL –
INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL


.É o procedimento que consiste em colocar um
tubo na traquéia quando a pessoa pára de
respirar ou não está respirando adequadamente.
O tubo permite que o equipamento de respiração
artificial assuma a tarefa de respirar pelo
paciente.
.A embalagem inclui tubos de diferentes
tamanhos e um laringoscópio, uma
.luz especial com uma peça achatada de metal que
levanta a língua para que o
.tubo possa ser colocado na traquéia;



Oxímetro Digital


SCAN001001
Materiais Intubação


SCAN001001
Cânula “Guedel”


Ventilação Bolsa Máscara - AMBÚR


boca_boca

4% CO2
(gás carbônico)

17% O2
(Oxigênio)
Quantidade suficiente para manter a vítima viável, até a chegada
do socorro mais equipado e especializado
•4% CO2 (gás carbônico)
•17% O2 (Oxigênio)
Quantidade suficiente para manter a vítima viável, até a chegada
do socorro mais equipado e especializado


KEMP, A; Emergency Ventilation – an alternative to mouth-to-mouth resuscitation. Nurs Times, 2004

Ventilação Boca
-
a
-
Boca
Ventilação Boca-a-Boca


face_shield1
Ventilação utilizando Barreira Facial (Tipo Face Shield
®)
Ventilação utilizando Barreira Facial (Tipo Face Shield®) face_shield2
face_shield3
face_shield4

Ventilação utilizando Barreira Facial (Tipo Face Shield
®)
Ventilação utilizando Barreira Facial (Tipo Face Shield®)



4% CO2 (gás carbônico)

17% O2 (Oxigênio)
• 4% CO2 (gás carbônico)
• 17% O2 (Oxigênio)


NSC, National Safety Council; RCP. 4º ed. Randal Fonseca, 2002.

Socorrista possui uma barreira de contato


pocket1
Ventilação utilizando Máscara Oro
-
Nasal (Pocket Mask
®)
Ventilação utilizando Máscara Oro-Nasal (Pocket Mask®) pocket2
pocket3

Ventilação utilizando Máscara Oro
-
Nasal (Pocket Mask
®)
Ventilação utilizando Máscara Oro-Nasal (Pocket Mask®)


Dispositivo fácil de carregar

Barreira Efetiva

Uso recomendando pelo Conselho Britânico de Reanimação
• Dispositivo fácil de carregar
• Barreira Efetiva
• Uso recomendando pelo Conselho Britânico de Reanimação


SUN, D. et al; Risk of acquiring AIDS from salivary exchange through cardiopulmonary resuscitation courses
and mouth-to-mouth resuscitation. Seminars in dermatology, 1995
pocket
Ventilação utilizando Máscara Oro
-
Nasal (Pocket Mask
®)
Ventilação utilizando Máscara Oro-Nasal (Pocket Mask®)

pocket5
pocket_Vent

Ventilação utilizando Máscara Oro
-
Nasal (Pocket Mask
®)
Ventilação utilizando Máscara Oro-Nasal (Pocket Mask®)
Máscara Oro
-
Nasal com suplemento de Oxigênio

Fluxo contínuo

15 a 20 lpm .
Máscara Oro-Nasal com suplemento de Oxigênio
• Fluxo contínuo
• 15 a 20 lpm .


A. N. THOMAS, J.HYATT, J.L. CHEN, S.J. BAKER; The Laerdal pocket mask: effects of increasing
supplementary oxygen flow; Anaesthesia, 1992


BVM
Ventilação utilizando dispositivo Bolsa
-
Valva
-
Máscara

BVM (Tipo Ambu
®)
Ventilação utilizando dispositivo Bolsa-Valva-Máscara – BVM (Tipo Ambu®) ambu
regulador
BVM
BVM_Vent

Ventilação percutânea cricotireoideana


O SUPORTE BÁSICO DE VIDA - BLS

1. Constatar ausência de reação (nível de
consciência)

2. Solicitar ajuda (contato precoce)

3. Colocar a vítima em Decúbito dorsal

4. Desobstrução das vias aéreas

5. Verificar se há corpos estranhos (OVACE)

6. Ver, ouvir e sentir (respiração)

7. Instituição duas respirações de resgate

8. Palpar pulsos arteriais

9. Iniciar compressões torácicas


C:\eduardo\LAEME\suporte basico de vida.jpg

1.VERIFICAR CONSCIÊNCIA
2. PEDIR AJUDA



SE VOCÊ ESTÁ SÓ????

Telefonar primeiro!



Exceto em alguns casos!


3. COLOCAR A VÍTIMA EM DECÚBITO DORSAL
4. DESOBSTRUIR VIAS AÉREAS
A CAUSA MAIS COMUM DE OBSTRUÇÃO É A LINGUA


C:\Meus documentos\Minhas imagens\foto_2505_2001-04-18_grande.gif
Inclinação da cabeça – elevação do queixo
TRAÇÃO DA MANDÍBULA

C:\Meus documentos\Minhas imagens\mandibula.jpg

5. Verificar se há corpos estranhos na boca

6. Ver, ouvir e sentir (respiração)


Ver, ouvir e sentir (10 s)
Ver, ouvir e sentir (10 s)


7. Instituição duas respirações de resgate
lentas.

8. Palpar pulsos arteriais
-Pulso ausente
-Pulso presente


C:\Meus documentos\Minhas imagens\RCP esquema.jpg
9. Iniciar compressões torácicas
9. Iniciar compressões torácicas

Bomba cardiaca X Bomba torácica

terça-feira, setembro 27, 2011

Vacina anti-HIV: sucessos iniciais


Após décadas de esperanças frustradas, os desenvolvedores de vacinas contra o HIV estão se permitindo uma cautelosa atitude otimista. Em conferência realizada em Bancoc, na Tailândia, cientistas relataram indícios moleculares que ajudam a explicar o primeiro sucesso de um teste da vacina em humanos. O resultado pode indicar o caminho para a produção de mais vacinas no futuro.

''É possível afirmar que este foi até agora o experimento mais bem-sucedido’', afirma Adriano Boasso, imunologista do Imperial College de Londres.

O estudo analisou amostras clínicas de um teste da vacina RV144 realizado anteriormente com mais de 16 mil pessoas. Em 2009, três anos após a aplicação da vacina, os cientistas relataram que, para os voluntários que receberam a vacina, a probabilidade de contrair a doença diminuiu 30 por cento em relação aos que receberam placebo.

Os resultados modestos marcaram o primeiro sucesso de um teste da vacina em humanos – dois anos após o notório fracasso da vacina produzida pelo laboratório farmacêutico Merck. Porém, o teste da Tailândia também deixou os pesquisadores intrigados.

Maior do que a soma das partes O regime de vacinação consistia em dois componentes que fracassaram quando sozinhos: a vacina primária ALVAC-HIV (vCP1521), que continha diversas proteínas do HIV, seguida da vacina de reforço AIDSVAX, feita de uma proteína da superfície do HIV. A primeira foi produzida pelo laboratório Sanofi-Pasteur, de Lyon, na França, e a segunda, pelo australiano VaxGen, de Brisbane. Contudo, duas das três medições usadas pelos pesquisadores para determinar se a vacina prevenia a infecção por HIV não revelaram diferenças que alcançassem significância estatística entre vacinados e o grupo de controle. No último estudo, os pesquisadores formaram uma equipe para examinar o sangue dos voluntários em busca de indicadores imunológicos diferentes das 41 pessoas que receberam a vacina e contraíram HIV em comparação com as 205 pessoas que não contraíram o vírus. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Mahidol, em Bancoc, e pelo Programa de Pesquisas do HIV das Forças Armadas Americanas, em Washington.

A investigação não foi concluída. Até o momento, porém, a equipe descobriu dois indícios moleculares que explicam porque para algumas pessoas a vacina preveniu contra o HIV, mas para outras não. Para os voluntários cujo sangue continha um anticorpo em forma Y denominado imunoglobulina G (IgG), que reconhece uma parte do envelope externo do HIV, denominada laço V2, a possibilidade de contrair o vírus era 43 por cento menor do que para os indivíduos cujos sistemas imunológicos não produziam esses anticorpos.

Entretanto, os participantes que produziram grandes quantidades de outro tipo de anticorpo, denominado IgA, que reconhece diferentes partes do envelope do HIV, evoluíram desfavoravelmente no teste – a probabilidade de infecção era 54 por cento maior em comparação às pessoas que produziam esses anticorpos. Contudo, essa reação imunológica não tornava as pessoas mais suscetíveis de contrair o vírus do que os participantes que receberam o placebo.

Os pesquisadores ainda estão estudando esses resultados. Segundo Nelson Michael, diretor do Programa de Pesquisas em HIV das Forças Armadas, os resultados reasseguraram que a vacina protegeu alguns dos participantes do HIV e que o sucesso não significou um acaso estatístico. "Isso proporciona credibilidade biológica aos resultados da pesquisa inicial’', afirma. ''Isso sugere que os resultados da pesquisa com a RV144 estava relacionado à vacinação’'.

O caminho a seguir Segundo Barton Haynes, diretor do Instituto de Vacinação Humana de Duke, em Durham, na Carolina do Norte, que coordenou o estudo de acompanhamento, afirmou em entrevista coletiva à imprensa que os resultados gerariam hipóteses para outros estudos. ''O que temos no momento são pistas que ajudam explicar porque a vacina funcionou. Nós não obtivemos resultados assim nos últimos 30 anos. Ele é muito importante para esse campo de investigação’'. Os pesquisadores já estão planejando verificar se anticorpos como os encontrados nos participantes exercem o mesmo efeito em primatas infectados com um vírus análogo ao HIV. Esses experimentos determinarão se as respostas imunológicas são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da vacina em determinadas pessoas ou se estão apenas ligadas a fatores subjacentes.

Em última análise, segundo Michael, as novas descobertas devem servir de orientação para pesquisas futuras e para o desenvolvimento de vacinas. A equipe está planejando realizar testes de acompanhamento de uma vacina semelhante com homossexuais masculinos da Tailândia – um grupo em elevado risco de contrair o vírus – bem como pesquisas na África do Sul, que necessitarão de vacinas que identifiquem um subtipo diferente do HIV.

Com base nos últimos resultados, é possível que essas novas vacinas sejam remodeladas para estimular a produção de anticorpos IgG, que reconhecem o laço V2 do HIV, afirma Michael. ''Com certeza, essa pesquisa precisará do empenho de muitas pessoas, o que é positivo’', afirma.

Outra pesquisa apresentada em Bancoc apoia a teoria de que atacar o V2 pode ser uma forma de combater o HIV. Segundo Michael, os vírus coletados dos participantes da pesquisa com a RV144 que contraíram o HIV possuem mutações nesta região, o que sugere que o laço V2 estava sendo atacado pelo sistema imunológico. Nesse meio tempo, foram realizados testes de uma vacina em macacos. Os animais que produziam os anticorpos que identificam o V2 estavam menos propensos a morrer em consequência do SIV, vírus da imunodeficiência que afeta macacos.

Segundo Dan Barouch, imunologista da Escola de Medicina de Harvard, em Boston, que liderou o estudo com os macacos, ter observado reações imunológicas semelhantes em humanos e macacos que receberam vacinas diferentes forneceu garantias de que vale a pena pesquisar o laço V2. Porém, ele afirma que os pesquisadores não devem parar de procurar outras frestas na armadura do vírus.

Por exemplo, Wayne Koff, vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento da Iniciativa Internacional de Vacinas contra a Aids, com sede em Nova York, aponta os anticorpos neutralizadores do vírus obtidos de pacientes infectados com o HIV de forma crônica como outra estimulante direção a seguir para a produção de vacinas. ''Este é um período de renascimento para o desenvolvimento de vacinas contra o HIV’', afirma.

Fonte : The New York Times News Service/Syndicate - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito do The New York Times._NYT_



After decades of dashed hopes, the developers of HIV vaccines are allowing a cautious optimistic attitude. At a conference held in Bangkok, Thailand, molecular scientists reported evidence that helps explain the success of the first test of a vaccine in humans. The result may point the way to produce more vaccines in the future.

''It can be argued that the experiment was far more successful,''said Adriano Boasso, immunologist at Imperial College London.

The study examined clinical samples from a test conducted before the vaccine RV144 with more than 16 000 people. In 2009, three years after the application of the vaccine, scientists reported that for the volunteers who received the vaccine, the probability of contracting the disease decreased 30 percent compared to placebo.

The modest results marked the first successful test of a vaccine in humans - two years after the notorious failure of vaccine produced by Merck pharmaceutical company. However, the test of Thailand also left the researchers puzzled.

Greater than the sum of its parts The vaccination regimen consisted of two components that failed when alone: ​​the primary vaccine ALVAC-HIV (vCP1521), which contained several HIV proteins, followed by booster vaccine AIDSVAX, made of a surface protein HIV. The first was produced by Sanofi-Pasteur, Lyon, France, and second, by Australian VaxGen of Brisbane. However, two of the three measurements used by researchers to determine whether the vaccine prevented HIV infection revealed no differences that reached statistical significance between vaccinated and control groups. In the latest study, the researchers formed a team to examine the blood of the volunteers in pursuit of various immunological indicators of 41 people who received the vaccine contracted HIV and compared to the 205 people who contracted the virus. The survey was conducted by Mahidol University in Bangkok, and the HIV Research Program of the U.S. Armed Forces in Washington.

The investigation was not complete. So far, however, the team discovered that two molecular evidence to explain why some people warned the vaccine against HIV, but not to others. For the volunteers whose blood contained a Y-shaped antibody called immunoglobulin G (IgG), which recognizes a portion of the outer envelope of HIV, known as the V2 loop, the possibility of contracting the virus was 43 percent lower than for individuals whose systems Immunological not produce these antibodies.

However, participants who produced large amounts of another type of antibody called IgA, which recognize different parts of the envelope of HIV, the test progressed unfavorably - the probability of infection was 54 percent higher compared to people who produce these antibodies. However, this immune response did not make people more susceptible to contracting the virus than did participants who received placebo.

Researchers are still studying the results. According to Michael Nelson, director of HIV Research Program of the Armed Forces, the results reassured that the vaccine protected some of the participants of HIV and that success did not mean a statistical fluke. "This lends credibility to the results of biological research first,''he said.''This suggests that the results of research with the RV144 was related to vaccination.''

The way forward said Barton Haynes, director of the Human Vaccine Institute at Duke in Durham, North Carolina, who led the follow-up study, said in a press conference that the results would generate hypotheses for further study. ''What we have right now are clues that help explain why the vaccine worked. We did not get results within the past 30 years. It is very important for this field of research.'' The researchers are already planning how to verify that the antibodies found in the participants have the same effect in primates infected with a virus similar to HIV. These experiments will determine whether immune responses are responsible for success or failure of the vaccine in certain people or are only linked to underlying factors.

Ultimately, according to Michael, the new findings should serve as guidelines for future research and vaccine development. The team is planning follow-up testing a similar vaccine in homosexual men in Thailand - a group at high risk of contracting the virus - as well as research in South Africa, which require vaccinations to identify a different subtype of HIV.

Based on recent results, it is possible that these new vaccines are redesigned to encourage the production of IgG antibodies that recognize the V2 loop of HIV, says Michael. ''Of course, this research will need the commitment of many people, which is positive,''he said.

Other research presented in Bangkok supports the theory that attack the V2 can be a way to fight HIV. According to Michael, viruses collected from research participants with the RV144 who contracted HIV are mutations in this region, suggesting that the V2 loop was being attacked by the immune system. Meanwhile, tests were made of a vaccine in monkeys. The animals that produced antibodies that identify the V2 were less likely to die as a result of SIV immunodeficiency virus that affects monkeys.

According to Dan Barouch, an immunologist at Harvard Medical School in Boston, who led the study with monkeys, have noticed similar immune responses in humans and monkeys that received different vaccines provided assurances that it is worth researching the V2 loop. But he said that researchers should not stop looking for other cracks in the armor of the virus.

For example, Wayne Koff, senior vice president of research and development of the International AIDS Vaccine, based in New York, points to the virus-neutralizing antibodies obtained from patients infected with HIV as a chronic form of another exciting direction followed for the production of vaccines. ''This is a renaissance period for the development of vaccines against HIV,''he said.

Source: The New York Times News Service / Syndicate - All rights reserved. It is forbidden any reproduction without written permission of The New York Times._NYT_

quinta-feira, setembro 22, 2011

Principais Resoluções do Conselho Federal de Enfermagem


Resolução COFEN - Nº 139/1992
Institui a obrigatoriedadede comunicação, por escrito, de todos os dados de identificação do pessoal de Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 146/1992
Normatiza em âmbito nacional a obrigatoriedade de haver enfermeiro, em todas as unidades de serviço.

Resolução COFEN - Nº 159/1993
Dispõe sobre a consulta da Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 162/1993
Dispõe sobre a administração da Nutrição Parenteral e Enteral.

Resolução COFEN - Nº 168/1993
Baixa normas para ANOTAÇÃO da responsabilidade técnica de enfermeiro(a), em virtude de chefia de serviço de Enfermagem, nos estabelecimentos das instituições e empresas públicas, privadas e filantrópicas onde é realizada a assistência de saúde.

Resolução COFEN - Nº 172/1994
Normatiza a criação de Comissão de Ética de Enfermagem nas Instituições de saúde.

Resolução COFEN - Nº 194/1997
Direção Geral de Unidades de Saúde por Enfermeiros.

Resolução COFEN - Nº 195/1997
Dispõe sobre a solicitação de exames complementares por Enfermeiro.

Resolução COFEN - Nº 211/1998
Dispõe sobre a atuação dos profissionais de Enfermagem que trabalham com radiação ionizante.

Resolução COFEN - Nº 214/1998
Dispõe sobre a instrumentação cirúrgica.

Resolução COFEN - Nº 223/1999
Dispõe sobre a atuação de enfermeiros na assistência à mulher no ciclo gravídico puerperal.

Resolução COFEN - Nº 225/2000
Dispõe sobre o cumprimento de prescrição medicamentosa Terapêutica à distância.

Resolução COFEN - Nº 226/2000
Dispõe sobre o registro para especialização de Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 236/2000
Dispõe sobre normas para estágios de estudantes de Enfermagem de Níveis Técnicos e de
Graduação.

Resolução COFEN - Nº 240/2000
Aprovação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 245/2000
Dispõe sobre a atualização de Estágio Extracurricular para estudantes de Enfermagem de níveis Técnico e Graduação.

Resolução COFEN - Nº 252/2001
Aprova o código de processo Ético.

Resolução COFEN - Nº 255/2001
Atualiza normas para o registro de empresas.

Resolução COFEN - Nº 256/2001
Autoriza o uso de título de Doutor pelos Enfermeiros.

Resolução COFEN - Nº 258/2001
Inserção de Cateter Periférico Central pelos Enfermeiros.

Resolução COFEN - Nº 259/2001
Estabelece padrões mínimos para registro de Enfermeiro especialista, na modalidade de
Residência de Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 266/2001
Aprova atividade de Enfermeiro Auditor.

Resolução COFEN - Nº 267/2001
Aprova atividade de Enfermeiro em domicílio Home Care.

Resolução COFEN - Nº 271/2002
Regulamenta ações do Enfermeiro na consulta, prescrição de medicamentos e requisição de exames.

Resolução COFEN - Nº 272/2002
Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE - nas Instituições de Saúde Brasileiras.

Resolução COFEN - Nº 277/2003
Dispõe sobre a ministração de Nutrição Parenteral e Enteral.

Resolução COFEN - Nº 278/2003
Dispõe sobre sutura efetuada por Profissional de Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 279/2003
Dispõe sobre a vedação da confecção, colocação e retirada de aparelho de gesso e calha gessada, por Profissional de Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 280/2003
Dispõe sobre a proibição de Profissional de Enfermagem em auxiliar procedimentos cirúrgicos.

Resolução COFEN - Nº 281/2003
Dispõe sobre a repetição / cumprimento da prescrição medicamentosa por profissional da área de saúde.

Resolução COFEN - Nº 283/2003
Fixa regras sobre a prática da Acupuntura pelo Enfermeiro e dá outras providências.

Resolução COFEN - Nº 288/2004
Dispõe sobre ações relativas ao atendimento de idosos e outros.

Resolução COFEN - Nº 289/2004
Dispõe sobre a autorização para o Enfermeiro do Trabalho preencher, emitir e assinar Laudo de Monitoração Biológica, previsto no Perfil Profissiográfico Previdenciário - PPP.

Resolução COFEN - Nº 290/2004
Fixa as Especialidades de Enfermagem.

Resolução COFEN - Nº 292/2004
Normatiza a atuação do Enfermeiro na Captação e Transplante de Órgãos e Tecidos...

Resolução COFEN - Nº 293/2004
Fixa e estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de
Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde e Assemelhados.

Resolução COFEN - Nº 295/2004
Dispõe sobre a utilização da técnica do Brinquedo/Brinquedo Terapêutico pelo Enfermeiro na assistência à criança hospitalizada.

segunda-feira, setembro 19, 2011

PATOLOGIA Degeneração, Morte Celular e Processo Inflamatório


PATOLOGIA


Degeneração, Morte Celular e Processo Inflamatório

Colaboração Aline Amorim


1- Quais os elementos químicos que compõem uma célula?


2- Conceitue degeneração.

3- Qual tipo de lesão leva a uma degeneração.

4- Correlacione as colunas e embaixo de cada degeneração site suas causas e mecanismos:

a) Degeneração hidrópica ( )
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______________________________
______________________________




b) Esteatose e as lipididoses ( )
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___________________________
___________________________



c) Glicogenoses ( )
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_________________________________
_________________________________




d) Degeneração hialina ( )
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____________________________
____________________________


e) Degeneração mucóide ( )
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_______________________________
_______________________________





f) Degeneração mucopolissacaridoses ( )

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______________________________
______________________________





g) Degenerações lipidoses ( )
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____________________________
____________________________


5- Qual tipo de lesão leva a uma morte celular?

6- Conceitue morte celular.

7- Quais os tipos de morte celular?

8- Descreva a morte celular por apoptose, diferenciando no mínimo três características especificas.

9- Descreva a morte celular por necrose, diferenciando no mínimo três características especificas.

10- Quais são os tipos de necrose, descreva-as?

11- Conceitue processo inflamatório.

12- Quais os sinais cardinais ou flogisticos do processo inflamatório?

13- Caracterize os componentes teciduais, componentes do sangue e os elementos da matriz extracelular.

14- Quais são os fenômenos inflamatórios?

15- Conceitue os fenômenos da inflamação.

16- Quais são os principais mediadores do processo inflamatório?

17- Caracterize cada mediador inflamatório.

18- Através da figura descreva o processo inflamatório (todas as etapas, mostrando os mediadores, seus mecanismos)


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PATHOLOGY


Degeneration, cell death and inflammatory processes

Collaboration Aline Amorim


1 - What are the chemicals that make up a cell?


2 - Conceptualize degeneration.

3 - What kind of injury leads to degeneration.

4 - Match the columns and beneath each site degeneration causes and mechanisms:

a) hydropic degeneration ()
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______________________________
______________________________




b) steatosis and lipididoses ()
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___________________________



c) Glycogen ()
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_________________________________
_________________________________




d) hyaline degeneration ()
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____________________________
____________________________


e) mucoid degeneration ()
_______________________________
_______________________________
_______________________________





f) Degeneration mucopolysaccharidoses ()

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______________________________
______________________________





g) Degenerations lipidoses ()
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____________________________
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5 - What type of injury leads to cell death?

6 - Conceptualize cell death.

7 - What types of cell death?

8 - Describe the cell death by apoptosis, differentiating at least three specific characteristics.

9 - Describe the necrotic cell death, distinguishing at least three specific characteristics.

10 - What are the types of necrosis, describe them?

11 - Conceptualize the inflammatory process.

12 - What are the cardinal signs of inflammation or inflammatory process?

13 - Featuring the tissue components, blood components and elements of the extracellular matrix.

14 - What are the inflammatory phenomena?

15 - Conceptualize the phenomena of inflammation.

16 - What are the main mediators of the inflammatory process?

17 - Featuring every inflammatory mediator.

18 - Through the figure describe the inflammatory process (all stages, showing the mediators, its mechanisms)


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Questionário de Patologia


Questionário de Patologia

Colaboração Aline Amorim

Introdução ao estudo da patologia e Etiopatogênese geral das lesões

1- O que se entende sobre o processo saúde doença?

2- Cite quais são os fatores que depende a manutenção de saúde e o descreva-o

3- A doença pode ser transmitida de qual forma?

4- Descreva o que são vetores e correlacione às colunas dando exemplos:


a) Vetor biológico ( )

Ex:




b)Vetor mecânico ( )
Ex:


5Qual a diferença de doença clinica e não-clinicas, suas características descrevendo-as?
6-Qual a diferença entre doenças crônicas e agudas?

7-Descreva o que é patologia

8-Classifique e descreva as diferentes áreas que engloba a patologia?

9-De acordo com as diferentes doenças que possuem componentes em comum, diferencia a patologia geral e a especial?

10- Qual a diferença entre a patologia e medicina?

11- Descreva:

a) Biospsia-

b) Necropsia-

12- Defina o que é uma lesão?

13- Descreva os dois mecanismos que de ação dos agentes causadores da lesão:

a) Ação direta-

b) Ação indireta-

14- Quais são os tipos de lesões, os agentes caiusadores e suas causas. Descreva-as.

15- Qual a diferencia entre hipóxia e anóxia?

16- Descreva os tipos de respostas diante a agressão

17- Descreva os tipos de adaptação:

a) Atrofia-

b) Hipertrofia-

c) Hipoplasia-

d) Hiperplasia-

e) Metaplasia-

f) Displasia-


Gabarito

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Survey of Pathology

Collaboration Aline Amorim

Introduction to the study of pathology and general Etiopathogenesis of injuries

1 - What is understood about the health-disease process?

2 - Name the factors which are dependent on the maintenance of health and describe it

3 - The disease can be transmitted that way?

4 - Describe what are vectors and correlate to the columns giving examples:


a) biological vector ()

Ex:




b) Mechanical Vector ()
Ex:


5Qual the difference in clinical disease and non-clinical, characteristics describing them?
6-What is the difference between chronic and acute diseases?

7-Describe what is pathology

8-Rate and describe different areas encompassing the disease?

9 According to the different diseases that have components in common, apart the general pathology and special?

10 - What is the difference between pathology and medicine?

11 - Describe:

a) Biospsia-

b) Necropsy-

12 - Define what is an injury?

13 - Describe the two mechanisms of action of the causative agents of injury:

a) Direct Action-

b) Indirect action-

14 - What are the types of injuries, caiusadores agents and their causes. Describe them.

15 - What is the difference between hypoxia and anoxia?

16 - Describe the types of responses on the aggression

17 - Describe the types of adaptation:

a) Atrophy-

b) Hypertrophy-

c) Hypoplasia-

d)-Hyperplasia

e)-metaplasia

f)-Dysplasia


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quarta-feira, setembro 07, 2011

Estresse, alimentação, obesidade e cigarro podem influenciar fertilidade


Ter filho não é tarefa fácil: exige cuidados intensos desde o primeiro mês de gestação até, pelo menos, os 18 anos de idade. Alimentação, educação, saúde e vestuário são itens imprescindíveis que os pais devem levar em conta no planejamento familiar.

Mas, muitas vezes, o problema começa bem antes disso – na hora de engravidar. O casal decide que quer ter um bebê, mas não consegue. A ansiedade e o excesso de expectativa atrapalham demais nessa hora. Em vários casos, o único problema do homem e da mulher é psicológico, e não falta de fertilidade.


ginecologista e consultor José Bento para explicar como fatores como estresse, alimentação, obesidade e cigarro podem influenciar na capacidade de concepção. Ao lado dele, o urologista Sandro Esteves comentou as diferenças entre a fertilidade masculina e a feminina.

Os médicos citaram os exames que devem ser feitos e as vacinas que precisam ser tomadas por ambos os pais antes da gravidez. Os especialistas também explicaram como funciona o método Billings, usado para avaliar o muco cervical da mulher.

José Bento recomendou a quem quer ter filhos os três Ps: paciência, perseverança e persistência. Em um mês, segundo ele, as chances de uma mulher normal engravidar varia de 15% a 18%. A partir do 10º dia do ciclo menstrual, já pode haver mais chances de uma fecundação.

A pílula, segundo o ginecologista, não prejudica a fertilidade, e protege a mulher de doenças como endometriose, infecções e cistos no ovário. Além disso, José Bento disse que ter miomas no útero pode impedir a gravidez, dependendo do tamanho e da localização do tumor.

Estresse
O estresse, a pressão e a ansiedade reduzem a testosterona entre os homens, que perdem a libido e complicam a dinâmica do casal. A pressão de ter um filho também atrapalha e aí não só a pressão do casal, mas a da família também.

Obesidade
Está cientificamente comprovado que o excesso de peso diminui a fertilidade. Hoje no Brasil, 50% dos homens em idade reprodutiva estão com sobrepeso e 31% estão obesos. Se o ritmo continuar dessa forma, o país alcançará os EUA, onde metade dos homens em idade reprodutiva é obesa.

A perda da fertilidade entre os obesos está associada à leptina, hormônio produzido pelas células de gordura. Ele pode aumentar a temperatura dos testículos, que precisam estar cerca de 2° C abaixo da temperatura corporal para funcionar. Com esse aquecimento, a produção de espermatozoides fica prejudicada.

Cigarro
As milhares de toxinas presentes no cigarro provocam uma reação de defesa do organismo. O sangue aumenta a produção de glóbulos brancos, que vão para órgãos como pulmão, estômago, intestino e testículos.

Esses leucócitos chegam aos testículos e fabricam os chamados radicais livres, com a intenção de combater as toxinas. Isso afeta o sêmem e destrói os espermatozoides, que são células sem muitas defesas.

Alimentação
Uma dieta equilibrada é fundamental para a saúde e também para a reprodução humana. É importante ter no cardápio todos os tipos de alimentos, além dos que têm função antioxidante, essenciais para combater os radicais livres e preservar a fertilidade.

Frutas vermelhas (morango, uva e tomate), vegetais verde-escuros (rúcula, agrião, brócolis e manjericão) e mamão papaia são ótimas opções.

Exames pré-nupciais

Homens

- Exame de sangue: com sorologia para testar HIV, hepatites B e C e sífilis
- Espermograma: pode ser um indicador de fertilidade, pois mostra a quantidade e a qualidade de sêmen

Mulheres

- Exame de sangue: com sorologia para testar HIV, hepatites B e C, toxoplasmose e sífilis, além de rubéola, que pode gerar má formação no feto
- Exame de fezes: é um bom teste para checar se a mulher tem verminoses
- Exame de urina: a infecção urinária é um problema para quem quer engravidar, porque pode reduzir a fertilidade e até indicar problemas maiores
- Ultrassom dos ovários e do útero: é importante para saber se a mulher tem ovário policístico, mioma, pólipo, endometriose ou alguma alteração anatômica do útero. Ele deve ser feito até o terceiro dia do ciclo menstrual. Esse exame também pode checar a contagem dos folículos, essenciais para a gestação. Se o número estiver menor que seis, é um sinal de que a reserva de óvulos está baixa

Método de ovulação Billings
É uma técnica natural para observar a fertilidade da mulher, por meio do muco cervical. Quando o muco está escorregadio, a chance de concepção é maior. O último dia em que o muco está presente indica o ápice de fertilidade do ciclo menstrual. O método serve tanto para quem quer engravidar quanto para quem não quer.

Ao longo do mês, a mulher percebe um corrimento maior na vulva. O pico de ovulação dura de 3 a 6 dias.

Vantagens
- Ajuda a mulher a conhecer melhor o funcionamento do próprio corpo

- Incentiva o casal a dialogar

- Educa o homem a ter co-responsabilidade

Dicas
- Evitar relação sexual nos dias de forte sangramento da menstruação

- No caso de a mulher não querer engravidar, fazer sexo apenas no período pré-ovulatório e em dias alternados

- Quando a mulher chega ao ápice da ovulação, fica mais lubrificada. Quem quer ter filho deve esperar quatro dias para voltar a ter contato genital e relações


Fonte: Bem Estar


Having children is no easy task: it requires intensive care since the first month of pregnancy until at least 18 years of age. Food, education, health and clothing are essential items that parents should take into account in family planning.

But often the problem starts much earlier - in time to get pregnant. The couple decides he wants to have a baby, but can not. The overestimation of anxiety and disrupt this time too. In many cases, the only problem of man and woman is psychological, not a lack of fertility.


gynecologist and consultant Joseph Benedict to explain how factors such as stress, diet, obesity and smoking can influence the design capacity. Beside him, the urologist Sandro Esteves commented on the differences between male and female fertility.

The doctors cited the tests to be made and vaccines that need to be taken by both parents before pregnancy. The experts also explained how the Billings method, used to evaluate the woman's cervical mucus.

Joseph Benedict recommended to those who want children the three Ps: patience, perseverance and persistence. In a month, he said, the chances of a normal pregnant women ranges from 15% to 18%. From the 10th day of the menstrual cycle, since there may be more chances of fertilization.

The pill, according to the gynecologist does not affect fertility, and protects a woman from endometriosis, ovarian cysts and infections. In addition, Joseph Benedict said to have uterine fibroids may prevent a pregnancy, depending on the size and location of the tumor.

Stress
Stress, pressure and anxiety reduce testosterone to men who lose their libido and complicate the dynamics of the couple. The pressure of having a child and then also disrupts not only the pressure of the couple, but the family as well.

Obesity
It is scientifically proven that being overweight decreases fertility. Today in Brazil, 50% of men of reproductive age are overweight and 31% are obese. If the pace continues this way, the country will reach the U.S., where half of all men of reproductive age are obese.

The loss of fertility among the obese is associated with leptin, a hormone produced by fat cells. He can raise the temperature of the testicles, which need to be about 2 ° C below body temperature to function. With this warming, sperm production is impaired.

Cigarette
The thousands of toxins present in cigarette smoke cause a defense reaction of the body. The blood increases the production of white blood cells, which go to organs such as lung, stomach, intestine and testes.

These white blood cells reach the testicles and produce the so-called free radicals, with the intention to fight the toxins. This affects the semen and destroy the sperm, which are cells without many defenses.

Food
A balanced diet is essential to health and also for human reproduction. It is important to have the menu all kinds of food, in addition to having antioxidant function, essential to combat free radicals and preserve fertility.

Berries (strawberries, grapes and tomatoes), dark green vegetables (arugula, watercress, broccoli and basil) and papaya are great options.

Premarital Examinations

Men

- Blood test: serology test for HIV, hepatitis B and C and syphilis
- Semen: it can be an indicator of fertility, because it shows the quantity and quality of semen

Women

- Blood test: serology test for HIV, hepatitis B and C, syphilis and toxoplasmosis, and rubella, which can cause malformations in the fetus
- Stool examination: it is a good test to see if the woman has worms
- Urinalysis: Urinary infection is a problem for those who want to become pregnant, because it can reduce fertility and even indicate bigger problems
- Ultrasound of the ovaries and uterus, it is important to know if women have polycystic ovaries, fibroids, polyps, endometriosis, or some anatomical abnormality of the uterus. It must be done until the third day of the menstrual cycle. This test can also check the counting of follicles, which are essential for pregnancy. If the number is less than six, is a sign that the egg reserve is low

Billings ovulation method
It is a natural technique to observe the fertility of women through the cervical mucus. When the mucus is slippery, the chance of conception is highest. The last day that mucus is present indicates the peak of fertility in the menstrual cycle. The method serves both for those who want to become pregnant and those who do not want.

Throughout the month, women perceive a greater discharge at the vulva. The peak of ovulation lasts 3 to 6 days.

Advantages
- Helps women to better understand the functioning of the body

- Encouraged the couple to talk

- Train up a man to take co-responsibility

Tips
- Avoid intercourse on days of heavy menstrual bleeding

- If the woman does not want to get pregnant, having sex only in the pre-ovulatory and on alternate days

- When a woman reaches the peak of ovulation, it becomes more lubricated. Who wants to have a child must wait four days to get back to genital contact and relationships